Posted by: In: Audisa por Audisa 05 abr 2019 Comentários: 0 Tags: , ,

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Posted by: In: Audisa por Audisa 13 dez 2018 Comentários: 0 Tags: , ,

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A parceria de longa data do FONIF com a Audisa segue cada vez mais fortalecida. A empresa, focada na prestação serviços de auditoria e consultoria para o Terceiro Setor e projetos de responsabilidade social empresarial, auditou os dados da pesquisa que o FONIF desenvolveu em 2018 sobre o cenário da filantropia no país.

Uma prévia do levantamento foi apresentada no último dia 29/11, quando a Audisa fez a validação da pesquisa e elogiou o FONIF pela iniciativa e o trabalho realizado pela Dom Strategy Partners, responsável pelo projeto, considerando todas as dificuldades encontradas no processo de coleta de dados e informações.

“É um privilégio termos a nova pesquisa do FONIF auditada pela equipe competente e preparada da Audisa. Os dados que trazemos são muito relevantes e mostram para a sociedade o quanto o setor filantrópico é essencial para o Brasil. Justamente por revelar um cenário tão fundamental, é muito importante termos conosco parceiros tão qualificados, que contribuam para dar força a nossa missão”, disse Custódio Pereira, presidente do FONIF.

Ricardo Monello, sócio fundador da Audisa, comenta que estar ao lado do FONIF nesse movimento de defesa das filantrópicas é muito significativo para a empresa. “Para nós é uma honra e um orgulho, pois as pesquisas realizadas pelo FONIF têm um significado grande, útil e importante para a compreensão da filantropia no âmbito governamental e junto à sociedade civil. Quando estive em audiências em Brasília em discussões sobre a Reforma da Previdência, utilizei dados do FONIF para expor aos deputados o quão relevante é o setor e o quanto a filantropia devolve à sociedade”.

O executivo avalia também que as pesquisas também representam um grande ponto de unidade da causa, que ajudou a fortalecer a defesa do setor. “Certamente, esse trabalho do FONIF ajudou o setor a se conhecer e se articular melhor”, finalizou Monello.

Fonte: fonif.org.br/

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Prezados Clientes e Parceiros,

Audisa Consultores, em parceria com a Escola Aberta do Terceiro Setor, preparou o curso “on line” SPED para o Terceiro Setor.

O foco do curso serão as especificidades da Escrituração Contábil Digital e Escrituração Contábil Fiscal, objetiva-se abordar o “mundo” SPED de uma maneira prática no que tange as necessidades especificas do Terceiro Setor, procurando orientar os profissionais envolvidos e quebrar paradigmas naturais da mudança.Ao final, pretendemos que os participantes entendam o SPED de uma maneira menos “obscura” e percebam que, sim, é possível a entrega da obrigação sem grandes problemas e com aprimoramento do gestão.

Clique no link abaixo e adquira

http://escolaaberta3setor.org.br/

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Não perca o vídeo que o sócio Carlos Silva fala da mais nova parceria da Audisa.

Link Youtube

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Pensando em aprimorar/expandir seus serviços às entidades do Terceiro Setor, a AUDISA estabeleceu uma parceria com a empresa Organizator. Essa mais nova parceria visa atendermos as entidades quanto a Guarda de Documentos, agregando os conhecimentos das empresas.

A Organizator é uma consultoria especializada em gestão documental, dividida em 2 segmentos: arquivo físico e documentação eletrônica, que irá alinhar seu conhecimento com a especialidade do Terceiro Setor que a AUDISA tem na sua atuação há mais de 17 anos, gerando nosso mais novo produto: Guarda e Gestão de Documentos para o Terceiro Setor.

No segmento de arquivo físico atuaremos com organização, triagem e descarte de arquivo inativo, além da elaboração de um plano de classificação que ajude na rastreabilidade e recuperação do documento impresso. Com respeito à documentação eletrônica, os serviços abrangem: digitalização, consultoria para implantação de repositório de documentos eletrônicos (GED, Nuvem etc.) ou também na implantação de procedimentos que assegurem o armazenamento dos protocolos eletrônicos de envio da documentação legal.

Assim, nosso principal objetivo será responder perguntas do tipo:

Sem espaço para guardar seus documentos? Não sabe o que pode jogar fora? Tem dificuldade para reunir os documentos necessários para a prestação de contas? A consultoria será especializada em gestão documental. Nosso foco será ajudar às instituições na definição de uma organização do arquivo que facilite a recuperação dos documentos. Além disso, elaboramos tabelas com os prazos de guarda dos principais documentos das entidades, dando segurança ao descarte de documentos antigos.

Assim como o arquivo físico, também teremos abordagem em documentação eletrônica. Neste segmento nossos serviços abrangem: digitalização de documentos, definição de procedimentos para o armazenamento de protocolos eletrônicos, orientação sobre armazenamento na nuvem ou, até mesmo, práticas de back up mais simples.

Vale mencionar o desenvolvimento de ferramentas para gerenciar, localizar e uso das informações eletrônicas desses documentos.

Anexamos a pesquisa feita pelo nosso parceiro na Imersão Contábil/2017, realizada pela AUDISA. Entre em contato conosco para conhecer mais detalhes dessa mais nova solução.

Clique para baixar link

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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, revogou, no dia 16 de março, o decreto nº 57.501/2011, que exigia a Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) para organizações da sociedade civil firmarem parceria com o Estado. A pedido da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de São Paulo, mais de 80 mil organizações da sociedade civil poderão ser beneficiadas com essa medida.

A CEBAS somente é solicitada por quem tem interesse em obter isenção de contribuições sociais. Além de não haver a possibilidade de ser entregue a todos, pode demorar para que o Governo Federal conceda esse benefício.

Com isso, organizações da sociedade civil se viam impedidas de atuar junto ao Estado de São Paulo, já que, para conseguir uma parceria com o Governo, era necessário apresentar este documento.

Portanto, o novo decreto nº 62.519/2017 visa desburocratizar e simplificar o processo de celebração das parcerias e dar condições para que mais entidades sociais possam se unir ao Estado, em prol da população que mais precisa.

Fonte: http://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/

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Em continuidade aos Julgamentos interrompidos em outubro do ano passado, ontem 23 de fevereiro de 2017, o Plenário do STF voltou a apreciar o Precedente de Repercussão Geral admitido no RE 566622 e as Ações de inconstitucionalidade 2028, 2036, 2228 e 2621.
Logo após a leitura de seu voto, que preconizou a inteligência constitucional, notadamente à luz do inciso II do artigo 146 da Constituição Federal, ao observar o termo “atendam às exigências estabelecidas em Lei” inserto no § 7º do artigo 195, o Relator no Recurso Extraordinário, Ministro Marco Aurélio concluiu ser Lei Complementar o mecanismo válido para regular o referido comando. O voto foi seguido pelos Ministros Lewandowski e Celso de Mello, acrescendo-se aos anteriormente proclamados pelos Ministros Joaquim Barbosa, Carmen Lucia e Roberto Barroso.

Na prática, a decisão que deverá ter sua redação de tese, para repercussão geral, fixada na próxima sessão (02/03/2017), afasta legislação ordinária que dificultou e/ou barrou o gozo da imunidade para as contribuições sociais pelas Entidades Beneficentes, fixando que “os requisitos para o gozo de imunidade hão de estar previstos em lei complementar“.

Em sequencia, as Ações de Inconstitucionalidade 2028, 2036, 2228 e 2621 foram julgadas no mesmo entendimento, isto é, os artigos 4º, 5º e 7º da Lei 9732/98, foram declarados inconstitucionais, por vício formal, na medida em que apenas a lei complementar é apta para regulamentar imunidade.

O destaque deve ser dado ao final com o adiamento na prolação do resultado do julgamento das Ações de Inconstitucionalidade, pois, a Presidente Ministra Carmen Lucia, alegando a complexa votação e variação de teses discorridas nas sessões, bem como, a necessidade de fixação da redação da tese de repercussão geral e eventual votação de efeito modular, adiou para a próxima sessão a divulgação do resultado final.

Neste cenário, impossível não reconhecer a vitória no âmbito jurídico e a efetiva pacificação do texto constitucional debatido à décadas, contudo, o momento político revela apreensão, pois em tempos de reformas e alardeados déficits, todo cuidado deve ser tomado para não converterem as Beneficentes em vilões, e tal cuidado se inicia na cautelosa espera do acórdão final a ser publicado pelo STF.

De outro lado, além da cautela mencionada, somos de opinião que as entidades aguardem para quaisquer medidas em relação aos serviços prestados e demais obrigações do CEBAS – Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social.

Por fim, recomendamos que as boas práticas de gestão, controles internos, transparência e prestação de contas, incorporados ao longo de muitos anos sejam mantidos pela sustentabilidade da organização e pelo bem do Setor.

Advocacia Sérgio Monello
AUDISA